Antes de discorrer sobre quem
eu sou, é interessante indagar sobre: O que é ser alguém? O que nos torna alguém? Reconhecimento, poder
ou sabedoria?
Segundo Nietzsche, em uma
sociedade capitalista há algo mais importante que capital propriamente dito,
algo que se adquire não necessariamente com dinheiro, que é status. Sendo assim,
perguntara a mim mesmo: -será que para significar algo ao universo, devo ser reconhecido?
- E a reposta veio logo em seguida com
minha namorada questionando: - Não, um mendigo cujo a vida não apresenta “reconhecimento,
poder ou sabedoria” é um “zé ninguém? “-Ela concluiu. E com certeza, para alguém
todos temos ou tivéramos um significado.
Então tornei a pensar que reconhecimento,
dinheiro ou status não nos faz alguém, apenas foram impostos pela sociedade
como condição para ser admirado por uma massa, porque afinal, não preciso de
tudo isso para ser feliz.
E a felicidade, que para mim
é verdadeiro motivo da vida, e com toda certeza posso dizer que é o que todos
almejam. Falar sobre felicidade é algo extraordinário, obviamente cada um tem
seu jeito de interpreta-la e de como alcança-la, seja ela como for. Penso na
felicidade como algo maleável, que se transforma assim como tudo na vida, e já que
nunca nos contentamos, sempre tornamos a sua busca.
Por fim, é assim como me
sinto, ou penso quando questionado sobre quem eu sou, o que significo e qual é
o motivo pelo qual vivo: “Sou alguém para quem me respeita, ninguém para quem
me ignora, significo tudo para quem me ama, não significo nada para quem me
odeia”.
Mas tenho algumas coisas em comum a
todos vocês que leem esta pequena narrativa, vivo em busca da felicidade, mas o
que é felicidade? Não sei, sonho em encontrá-la...
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